síndrome antifosfolipídica: uma revisão a propósito de três casos clínicos
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2018
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Abstract
A síndrome antifosfolipídica é uma doença autoimune e sistémica que se define com base em achados clínicos e laboratoriais, ou seja, presença de tromboses recorrentes, arteriais ou venosas em pessoas jovens, abortos espontâneos recorrentes, trombocitopenia e níveis elevados de anticorpos antifosfolipídeos: anticoagulante lúpico, anticorpos anticardiolipina IgM ou IgG, assim como anticorpos IgM ou IgG anti-beta 2 glicoproteína I e antiprotrombina. Os indivíduos com síndrome antifosfolipídica podem apresentar a síndrome isoladamente, ou em associação a outros distúrbios, nomeadamente autoimunes, sendo o lúpus eritematoso sistémico aquele que dentre todos é o mais comummente associado. No presente artigo os autores apresentam três casos clínicos nos quais as manifestações trombóticas levaram à investigação de síndrome antifosfolipídica, a qual veio a confirmar-se através de estudo imunológico. A adequação terapêutica permitiu prevenir episódios de recorrência, quando o grau de gravidade dos mesmos o possibilitou.
Recebido: 31/05/2016 – Aceite: 19/07/2016
| Reference Key |
mayor2018gazetasndrome
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|---|---|
| Authors | ;Joana Sotto Mayor;M Robalo;AP Pacheco;S Esperança;C Capela |
| Journal | Oncology Research and Treatment |
| Year | 2018 |
| DOI |
10.29315/gm.v3i3.105
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| URL | |
| Keywords |
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