coalizões globais lideradas pelos estados unidos na guerra ao terror (2001-2011): para além do unilateralismo
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2015
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Abstract
ResumoO artigo analisa os objetivos do governo dos Estados Unidos na construção de coalizões internacionais para a Guerra ao Terror. Por meio de referências conceituais e teóricas das Relações Internacionais e da análise do perfil das coalizões militares nas guerras do Afeganistão e do Iraque, adota-se o argumento construtivista de que essas coalizões buscaram fundamentalmente satisfazer o princípio do multilateralismo e conferir maior legitimidade ao engajamento norte-americano naquelas guerras. O apoio militar de outros países-membros das coalizões não foi significativo do ponto de vista operacional. Isto em razão da dimensão do poderio militar norte-americano e do fato de que tais operações implicam custos adicionais, decorrentes da necessidade de criação de uma estrutura que permita a efetiva colaboração entre Forças Armadas. Estas, muitas vezes, possuem diferenças quanto aos tipos de equipamentos empregados e às regras de engajamento, ademais de barreiras linguísticas e culturais.
| Reference Key |
souza2015contextocoalizes
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|---|---|
| Authors | ;André de Mello e Souza;Rodrigo Fracalossi de Moraes |
| Journal | the aaps journal |
| Year | 2015 |
| DOI |
10.1590/S0102-85292015000200014
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