new aspects on atrazine biodegradation
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2010
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Abstract
The world practice of using agrochemicals for long periods, in an indiscriminated and abusive way, has been a concern of the authorities involved in public health and sustainability of the natural resources, as a consequence of environmental contamination. Agrochemicals refer to a broad range of insecticides, fungicides and herbicides, and among them stands out atrazine, a herbicide intensively used in sugarcane, corn and sorghum cultures, among others. Researches have demonstrated that atrazine has toxic effects in algae, aquatic plants, aquatic insects, fishes and mammals. Due to the toxicity and persistence of atrazine in the environment, the search of microbial strains capable of degrading it is fundamental to the development of bioremediation processes, as corrective tools to solve the current problems of the irrational use of agrochemicals. This review relates the main microbial aspects and research on atrazine degradation by isolated microbial species and microbial consortia, as well as approaches on the development of techniques for microbial removal of atrazine in natural environments.
A prática mundial do uso de agroquímicos por períodos extensos, de maneira indiscriminada e abusiva, tem mobilizado as autoridades envolvidas em saúde pública e sustentabilidade de fontes naturais, como uma conseqüência da contaminação ambiental. Agroquímicos referem-se a uma ampla variedade de inseticidas, fungicidas e herbicidas, entre estes a atrazina, um herbicida intensivamente usado em culturas de cana-de-açúcar, milho, sorgo, entre outros. Pesquisadores têm demonstrado que a atrazina tem efeitos tóxicos em algas, plantas aquáticas, insetos aquáticos, peixes e mamíferos. Devido à toxicidade e à persistência da atrazina no ambiente, a busca de linhagens microbianas capazes de degradá-la é fundamental para o desenvolvimento de processos de biorremediação, com uma ferramenta corretiva para solucionar problemas decorridos do uso irracional de agroquímicos. Esta revisão relata os principais aspectos microbianos e pesquisas da degradação da atrazina por espécies microbianas isoladas e consórcio microbiano, bem como avanços no desenvolvimento de técnicas para remoção microbiana da atrazina no ambiente natural.
A prática mundial do uso de agroquímicos por períodos extensos, de maneira indiscriminada e abusiva, tem mobilizado as autoridades envolvidas em saúde pública e sustentabilidade de fontes naturais, como uma conseqüência da contaminação ambiental. Agroquímicos referem-se a uma ampla variedade de inseticidas, fungicidas e herbicidas, entre estes a atrazina, um herbicida intensivamente usado em culturas de cana-de-açúcar, milho, sorgo, entre outros. Pesquisadores têm demonstrado que a atrazina tem efeitos tóxicos em algas, plantas aquáticas, insetos aquáticos, peixes e mamíferos. Devido à toxicidade e à persistência da atrazina no ambiente, a busca de linhagens microbianas capazes de degradá-la é fundamental para o desenvolvimento de processos de biorremediação, com uma ferramenta corretiva para solucionar problemas decorridos do uso irracional de agroquímicos. Esta revisão relata os principais aspectos microbianos e pesquisas da degradação da atrazina por espécies microbianas isoladas e consórcio microbiano, bem como avanços no desenvolvimento de técnicas para remoção microbiana da atrazina no ambiente natural.
| Reference Key |
sene2010braziliannew
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|---|---|
| Authors | ;Luciane Sene;Attilio Converti;Geslaine Aparecida Ribeiro Secchi;Rita de Cássia Garcia Simão |
| Journal | current drug delivery |
| Year | 2010 |
| DOI |
10.1590/S1516-89132010000200030
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| URL | |
| Keywords |
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