vontade livre, reconhecimento, poder e totalitarismo: hegel e arendt face a face

Clicks: 159
ID: 253422
2017
Article Quality & Performance Metrics
Overall Quality Improving Quality
0.0 /100
Combines engagement data with AI-assessed academic quality
AI Quality Assessment
Not analyzed
Abstract
Perguntamo-nos o que poderia, num primeiro momento, ser considerado um ponto convergente entre as filosofias políticas de Arendt e Hegel? O objetivo principal é uma demonstração da não possibilidade de um regime totalitário na filosofia hegeliana e, ao mesmo tempo, buscar uma aproximação com as categorias políticas de Hannah Arendt. Podemos perceber, entretanto, alguns pontos comuns quando se trata da filosofia política desta autora e alguns pontos levantados por Hegel, no século XIX. Com este espírito, o trabalho visa, então, quase como um ensaio, ressaltar pelo menos duas categorias menores, na filosofia política de ambos, que podem ser aproximadas. Trata-se dos conceitos de coação e submissão que parecem, em ambos os autores, demarcar uma limitação da vontade individual. Tais categorias têm sua importância sedimentada no fato de que os dois autores guardam uma diferença que irá influenciar as disposições de espírito dos indivíduos à resistência contra regimes do tipo totalitário.
Reference Key
barbieri2017revistavontade Use this key to autocite in the manuscript while using SciMatic Manuscript Manager or Thesis Manager
Authors ;Greice Ane Barbieri
Journal bone research
Year 2017
DOI
DOI not found
URL
Keywords

Citations

No citations found. To add a citation, contact the admin at info@scimatic.org

No comments yet. Be the first to comment on this article.