propércio e a leitura dos sinais divinatórios
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1991
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Abstract
A história de Roma, desde os seus primórdios, está vinculada a adivinhações de sinais feitas por áugures e arúspices. O povo aceitava passivamente essas práticas e as julgava legítimas. Os intelectuais, porém, mostram posições bastante pessoais quanto a esse hábito. Enquanto alguns filósofos, como Cícero e Lucrécio, as criticam com base em princípios racionais, os poetas não as encaram de maneira similar. Virgílio e Tibulo, por exemplo, tratam do assunto com naturalidade, parecendo considerar a prática divinatória como parte da tradição cultural romana; Propércio, entretanto, valendo-se de recursos artísticos, ridiculariza a adivinhação sob todos os seus aspectos, tratando-a com jocosidade e irreverência.
| Reference Key |
cardoso1991classica,proprcio
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|
|---|---|
| Authors | ;Zelia de Almeida Cardoso |
| Journal | scanning |
| Year | 1991 |
| DOI |
10.24277/classica.v4i4.583
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| URL | |
| Keywords |
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