análise térmica e perfil de ácidos graxos do óleo das amêndoas de faveleira (cnidosculus phyllacanthus pax. & k. hoffm) com e sem espinho

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2012
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Abstract

Este trabalho apresenta resultados da caracterização química, físico-química e estudo termoanalítico do óleo derivado das amêndoas da faveleira (Cnidosculus phyllacanthus Pax. & K. Hoffm) das variedades com e sem espinhos, objetivando a sua aplicação como uma alternativa para a alimentação animal e humana. O óleo apresentou coloração amarela adequada para uso como óleo de mesa. O índice de acidez variou de 0,64% e 0,79% nas variedades com e sem espinho, respectivamente. Na faveleira com espinhos, os ácidos graxos saturados representaram 31,73%, sendo os ácidos graxos C16:0 (20,87%) e C18:0 (10,55%) os mais abundantes, já os ácidos graxos insaturados representaram 68,27%, sendo o C18:2 (49,45%) e C18:1 (17,8%) os mais abundantes. O ácido graxo C18:3 apresentou menor percentagem com 1,02%. Já a sem espinhos, 29,13% foram dos ácidos graxos saturados e destes 18,85% foram do ácido graxo C16:0 e 9,98% do C18:0. O ácido graxo C14:0 foi menos abundante em ambas. Os ácidos graxos insaturados representaram 70,67%. Sendo os C18:2 e C18:1 com 53,22% e 16,55% respectivamente e o ácido graxo C18:3 apresentou 0,91% do total de ácidos graxos. As curvas TG/DTG do óleo da faveleira sem espinhos apresentaram três etapas de perda de massa atribuídas a decomposição dos triacilglicerídeos, já da faveleira com espinhos apresentaram quatro etapas de perda de massa. A temperatura inicial de perda de massa do óleo da faveleira sem espinhos é menor que a do óleo com espinhos, indicando ser menos estável termicamente, como também apresentou menor teor de resíduo.

Reference Key
cavalcante2012revistaanlise Use this key to autocite in the manuscript while using SciMatic Manuscript Manager or Thesis Manager
Authors ;Monica Tejo Cavalcante;Pushkar Singh Bora;Juan Carlos Letelier Carvajal;Eliane Rolim Florentino;Flávio Luiz Honorato da Silva
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Year 2012
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