a educação das relações étnico-raciais na formação em gestão de serviços de saúde
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2016
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Abstract
A Educação Superior vem sendo (re)construída em suas funções neste início de século XXI, garantindo o acesso e reconhecimento de grupos antes excluídos dos muros da Universidade. Um desses esforços é a instituição de legislações que garantam a inclusão da temática das relações étnico-raciais, como a Lei n. 11.645, de 10 de março de 2008 e a Resolução n. 1 do Conselho Nacional de Educação, de 17 de junho de 2004. Tais marcos legais abarcam todos os cursos de formação superior, incluindo os de profissionais de saúde, dentro deste campo temos o bacharelado de Gestão de Serviços de Saúde. Considerando o papel de destaque do gestor de saúde na mudança do paradigma racista institucional, que se conformou no Sistema Único de Saúde, buscou-se analisar como esse Curso trata das relações étnico-raciais através de seu Projeto Político-Pedagógico. Adotou-se a abordagem qualitativa, especificamente o Estudo de Caso para alcance do objetivo. Ao delegar a responsabilidade do trato com o tema a outros espaços que não os seus - como acontece ao indicar a Formação Livre para isso - e se limitar ao incentivo, entende-se que não há possibilidades de entender a relevância das relações étnico-raciais no Brasil, já que também são necessárias outras medidas como: produção e divulgação de conhecimento acerca da temática; inserção de disciplinas, como Saúde da População Negra e Indígena no currículo obrigatório do curso; formação de professores para trabalhar tais temáticas com os estudantes de forma transversal; interlocução com as demandas destas populações excluídas historicamente, entre outras.
| Reference Key |
faria2016revistaa
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|---|---|
| Authors | ;Mateus Aparecido de Faria;Analise de Jesus da Silva |
| Journal | self and identity |
| Year | 2016 |
| DOI |
10.18256/2447-3944/rebes.v2n1p34-40
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| URL | |
| Keywords | Keywords not found |
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