atividade física na vida diária e densidade mineral óssea em mulheres idosas

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ID: 212015
2015
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Abstract
INTRODUÇÃO: o rápido envelhecimento da população contemporânea tem influenciado no desenvolvimento de estratégias para a prevenção da osteoporose em idosos. A atividade física diária é vista como uma possível estratégia para aumentar a massa óssea e ajudar a prevenir a perda óssea em pessoas idosas. No entanto, é essencial saber a quantidade mínima ou a intensidade adequada de atividade física que produza o aumento da massa óssea em mulheres idosas. OBJETIVO: analisar, durante uma semana, a relação entre a quantidade e a intensidade da atividade física diária com a densidade mineral óssea (DMO) da mão, por meio da quantificação de atividade física diária em idosas. MÉTODOS: a amostra do estudo foi composta por 24 mulheres (idade 66-78 anos), que realizaram atividade física, durante 7 dias, com um gravador da aceleração dos movimentos do corpo em seu pulso, para uma quantificação individual da atividade física. Para medir a densidade mineral óssea da mão direita foi utilizada a técnica de dupla absorção de raios-X (DXA). RESULTADOS: uma relação significativa entre a prática semanal e o T-score (r = 0,99) e a prática semanal horizontal e o T-score (r = 0,99) foi encontrada no osso normal e no grupo ósseo com osteoporose, respectivamente. A relação entre T-score e a quantidade de atividade física não era clara em ambos os grupos. CONCLUSÃO: na amostra analisada, foi encontrada uma associação positiva entre a maior qualidade do osso da mão e a intensidade mais elevada de atividade física. A combinação de absorciometria acelerometria e de raios-X na mão obteve resultados semelhantes ao encontrados com outros métodos menos acessíveis.
Reference Key
carrasco2015revistaatividade Use this key to autocite in the manuscript while using SciMatic Manuscript Manager or Thesis Manager
Authors ;Maria Carrasco;Ignacio Martínez;María Dolores Navarro
Journal research disclosure
Year 2015
DOI
10.1590/1517-86922015210101638
URL
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