morphology and ultrastructure of megaspores and microspores of isoetes sehnemii fuchs (lycophyta)
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2010
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Abstract
The morphology and wall ultrastructure of megaspores and microspores of Isoetes sehnemii that grows in Brazil were analyzed as part of the study of the Isoetaceae present in Southern South America. The observations were performed with light, scanning and transmission electron microscopes. The megaspores are trilete, 350-450μm in equatorial diameter. The surface is reticulate. In section, the sporoderm is 100μm thick including the ornamentation. The wall is composed of a siliceous perispore, which consists of short fused flatten, elements forming a three-dimensional mesh. The exospore has two zones of different structure. The endospore is fibrillar. The microspores are monolete, 21-27μm in equatorial diameter. The sporoderm is composed of a sporopollinic rugulate perispore. A space between the paraexospore and the exospore is evident. The exospore is compact. The endospore is fibrillar. The ultrastructural analysis akes hoologies evident concerning structure and organization of the layers belo the perispore in both spore types. A possible similarity and stability in the ultrustructure of the present spores and fossils could be also inferred. In addition, there would be a correlation among the plant habitat, the spore ornamentation and the geographic distribution.
A morfologia e a ultraestrutura da parede de megasporos e microspores de Isoetes sehnemii que crescem no Brasil foram analisados como parte do estudo de Isoetaceae presente no sul da América do Sul. As observações foram realizadas com microscopias de luz e eletrônicas de transmissão e varredura. Os megasporos são triletes com 350-450μm de diâmetro equatorial. A superfície é reticulada. Em secção o esporoderma possui 100μm de espessura incluindo ornamentação. A parede é composta de um perisporo silicoso que consiste de elementos fusionados curtos e achatados formando uma rede tridimensional. O exosporo tem duas zonas com diferentes estruturas. O endosporo é fibrilar. Os microsporos são monoletes, 21-27μm de diâmetro equatorial. A esporoderme é composta por um perisporo esporopolínico rugulado. Um espaço entre o para-exosporo e o exosporo é evidente. O exosporo é compacto. O endosporo é fibrilar. A análise ultraestrutural torna evidente homologias relativas a estrutura e organização das camadas abaixo do perisporo em ambos os tipos de esporos. Uma possível similaridade e estabilidade na ultraestrutura do presente esporo e fósseis pode também ser inferida. Além disso, haveria uma correlação entre o habitat da planta, a ornamentação do esporo e a distribuição geográfica.
A morfologia e a ultraestrutura da parede de megasporos e microspores de Isoetes sehnemii que crescem no Brasil foram analisados como parte do estudo de Isoetaceae presente no sul da América do Sul. As observações foram realizadas com microscopias de luz e eletrônicas de transmissão e varredura. Os megasporos são triletes com 350-450μm de diâmetro equatorial. A superfície é reticulada. Em secção o esporoderma possui 100μm de espessura incluindo ornamentação. A parede é composta de um perisporo silicoso que consiste de elementos fusionados curtos e achatados formando uma rede tridimensional. O exosporo tem duas zonas com diferentes estruturas. O endosporo é fibrilar. Os microsporos são monoletes, 21-27μm de diâmetro equatorial. A esporoderme é composta por um perisporo esporopolínico rugulado. Um espaço entre o para-exosporo e o exosporo é evidente. O exosporo é compacto. O endosporo é fibrilar. A análise ultraestrutural torna evidente homologias relativas a estrutura e organização das camadas abaixo do perisporo em ambos os tipos de esporos. Uma possível similaridade e estabilidade na ultraestrutura do presente esporo e fósseis pode também ser inferida. Além disso, haveria uma correlação entre o habitat da planta, a ornamentação do esporo e a distribuição geográfica.
| Reference Key |
macluf2010anaismorphology
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|---|---|
| Authors | ;Cecilia Macluf;Marta Morbelli;Gabriela Giudice |
| Journal | hypertension (dallas, tex : 1979) |
| Year | 2010 |
| DOI |
10.1590/S0001-37652010000200010
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| Keywords |
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