clevelândia, oiapoque: cartografias e heterotopias na década de 1920

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ID: 155188
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Abstract
Apesar da área de fronteira do rio Oiapoque, no Amapá, ter sido integrada à soberania brasileira no ano de 1900, a efetiva colonização brasileira daquela área limítrofe somente ocorreu na década de 1920. A estratégia do governo federal foi implantar uma colônia agrícola projetada: Clevelândia. Essa colônia agrícola transformou-se em uma colônia penal entre 1924 e 1927, o que fez com que seu experimento fracassasse. O povoamento dirigiu-se, então, à antiga vila vizinha de Martinica, uma comunidade de negros e ribeirinhos, chamada depois de Oiapoque. Este artigo apresenta as relações humanas e sociais estabelecidas nesses lugares em três tempos distintos: o da colônia agrícola, o da colônia penal e o da nova comunidade. As fontes documentais existentes foram usadas para refazer mapas datados desses lugares. A partir dessa 'cartografia', pretende-se compreender como se criaram relações entre os indivíduos que, por razões diversas, transitaram nesse espaço naquele período. Apesar de haver uma hierarquização oficial do espaço, a prática vivida pelos indivíduos o reinventou, criando relações sociais não pensadas pelos modos dominantes do poder, as 'heterotopias'.
Reference Key
romaniboletimclevelndia, Use this key to autocite in the manuscript while using SciMatic Manuscript Manager or Thesis Manager
Authors ;Carlo Romani
Journal urban forestry & urban greening
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DOI
10.1590/S1981-81222011000300003
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