para além das vidas secas, resistência: linguagem-poder

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2017
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Abstract
O artigo reflete sobre a linguagem na interação humana como espaço de observação e de relações de sentidos. Relações que se estabelecem pelo confronto da própria linguagem, espelhando o sujeito pela realidade. Assim, foram caracterizados os usos da linguagem-poder, abordando no clássico Vidas Secas os seus elementos e os aspectos histórico, cultural e identitário do nordestino, considerando a perspectiva da resistência pelo viés da luta social e os ecos dessa obra literária no contemporâneo, através da releitura por alunos sertanejos, do ensino médio. Concluiu-se que as estruturas do poder estão na base da linguagem, submetendo o indivíduo usuário da língua a regimes que se alternam em prisão e liberdade e que a resistência a seca e suas implicações se dão para além da sobrevivência, se firmando como um gesto de subjetivação política, poder maior contra qualquer dominação.
Reference Key
rosendo2017domniospara Use this key to autocite in the manuscript while using SciMatic Manuscript Manager or Thesis Manager
Authors ;Teodulino Mangueira Rosendo
Journal mabs
Year 2017
DOI
10.14393/DL31-v11n4a2017-15
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